quinta-feira, 13 de outubro de 2011

De repente amor!

 Não sei o porque de querer fazer esse blog, só sei que fiz! Bom, eu escrevo histórias as maiorias bobas ( pelo menos para mim) E gostaria de com partilhar um pouco com outros leitores, sou péssima em português, nem sei porque escreve, pois as vezes desisto de continuar graças as criticas.   Vou colocar o primeiro capitulo de uma história que decidi não continuar, para vocês terem a noção de como eu escrevo.

 Amor impossível.

andando novamente, sem rumo para seguir, sem propósito para continuar... Não sabendo o que tinha virado e quem um dia foi só sabia que precisava continuar mesmo não tendo rumo nem um propósito exato tinha que continuar, pois sua mente pedia isso a ele e ele queria realizar o desejo da única companhia que teve durante esses últimos dois meses... Dois meses de solidão, tristeza não podendo perguntar para alguém o que tinha acontecido com sigo mesmo, caminhando até não poder mais, até chegar ao fim um fim que imaginava existir, mas não tinha fim, caminhava até lembrar-se do que havia acontecido.
  Ele caminhava no meio da rua sem se preocupar com carros ou outras coisas que antigamente podia feri-lo, caminhava na rua de paralelepípedo na mesma vila calma, não sabia o porquê, mas aquela vila parecia tão familiar e no mesmo tão distantes de lembranças que um dia poderia ter existido em sua memoria, só sabia que já ouvira aquele nome em sua mente.
Um carro prateado vinha em sua direção, mas isso já não o assustava mais, na primeira semana... Sim, mas agora havia se acostumado com aquilo que não podia fazer como antigamente... Mas que antigamente? Será que um dia teve uma vida normal, pois se teve não recordava mais o que tinha acontecido... Talvez estivesse morto! Já leu algo parecido em algum livro, que quando morremos viramos fantasmas para atormentar as outras pessoas... O problema é que tinha lido em um livro infantil! E sempre acreditou que iria para um lugar bonito ou qualquer lugar que envolvesse Deus.
O carro o atravessou como qualquer outro objeto ou pessoa que tentasse tocá-lo. Ninguém podia vê-lo, senti-lo, ajudá-lo estava sozinho sem saber o que fazer, não sabia se realmente estava morto e virado um fantasma ou se estava sonhando fazia dois meses o que era bem provável, pelo menos ele queria acreditar nisso.
  Matheus virou a esquina e pela primeira vez prestou atenção em um casarão amarelo de dois andares seu portão era dourado de grades fazendo assim a possível visão da bela casa pelo lado de fora o muro era grande e branco, atravessou o muro e observou o quintal era grande, em uma parte estava estacionado o carro em outra tinha um canteiro de flores e onde não tinha uma calçada meio alaranjada estava gramado. Matheus começou a caminhar observando as belezas do lugar, era a única casa da vila que tinha muito verde olhou ao redor da casa cheia de janelas e algumas pequenas sacadas quando olhou para o lado viu um cachorro que o seguia... Uma coisa de boa em toda aquela situação era que os animais podia vê-lo chegou até a brincar com um cachorro que estava na rua uma vez.
- Oi amiguinho... – sussurrou se curvando para tocar o cachorro, mas se lembrou a tempo que não conseguia fazer mais isso.
O cachorro latiu e parecia tentar farejar o cheiro do homem que estava enxergando, mas não sentindo.
- Não adianta amiguinho... Infelizmente você não pode fazer isso...
O cachorro latiu mais uma vez e pareceu ficar agitado correndo para frente da casa, Matheus correu atrás do cachorro se sentia mais vivo quando interagia com os animais. De repente uma risada graciosa ecoou pela casa vazia fazendo Matheus entender a agitação do cachorro, sua dona havia acordado a menina abriu a porta de vidro com dificuldade para alcançar a maçaneta e depois saiu correndo pelo quintal o cachorrinho a seguiu, ela rodava pulava e quando parou abraçou o cachorro.
- Bom dia Peludinho! Dormiu bem com os anjinhos, mamãe não sabe que estou aqui então colabora e fica quietinho. – ela abraçou o cachorro que latiu – Quietinho Peludinho!
Matheus riu com a sena, e com o nome do cachorro agora podia compreender que estava morto ou em outra dimensão apesar de sentir as coisas não podia interagir com elas agora só precisava descobrir para onde devia seguir. Pois até aquele momento não havia visto nenhum tunel que levava a luz.
- Giovana! – alguém na casa gritou e a menininha não conseguiu segurar a risada.
- Corre Peludinho corre! Se não mamãe nos pega!
A garotinha corria em círculos parecendo se divertir com o cachorro, uma mulher saiu de dentro da casa olhando a bela criança de cabelos castanhos claros e olhos azuis e começou a rir, uma risada fechada como se ela não quisesse que a criança a ouvisse.
- Giovana vamos para dentro! – gritou a mulher.
- Só se você me pegar mamãe!
- Não brinque comigo menina, posso ser mais rápida! – Giovana mostrou a língua para a mulher e sorriu. Então a mulher correu atrás da garota e o cachorro.
Como aquele lugar trazia paz, parecia uma família muito tranquila aonde tinha amor e felicidade. A menina iria dar outra volta em torno da casa se a mãe não tivesse a alcançado Matheus riu do biquinho que a garotinha fez ao dizer:
- Por que a Kathy pode ficar acordada de manhã e eu Não?
- Até parece que sua irmã queria estar acordada se pudesse escolher... Ela tem escola meu amorzinho e se você ficar acordada de manhã vai dormi de tarde e quando for à noite vai ser eu quem não vou conseguir dormi é muito agitada, agora diga tchau para o Peludinho e venha dormi. – a mãe colocou a criança no chão que abraçou o cachorro e quando a mulher já estava longe disse:
- Daqui a pouco eu volto Peludinho! - e saiu correndo atrás da mãe.
Matheus deu uma gargalhada e decidiu ficar um pouco mais com aquela família, quando estava ali parecia estar mais vivo e gostava de sentir isso gostava de existir.
Começou a andar a caminho de um parquinho que avistou no quintal, lá tinha uma casinha com um escorregador uns balanços e uma caixa de areia, nesse tempo todo que esteve ali parecia que pertencia aquele lugar talvez tivesse uma ligação com aquela família.
Sentou em um banco e admirou a grande casa e percebeu que uma das sacadas do segundo andar era pintada de uma cor lilás como se fosse uma mancha na pintura amarela, Matheus ficou curioso e resolveu ver a casa por dentro, afinal ninguém o via mesmo então não teria problemas.
Atravessou a parede e começou a bisbilhotar, era bem arrumada a menina chamada Giovana estava na mesa devorando um sanduiche... Que saudade ele tinha de comer de sentir fome... Subiu as escadas começou a observar os quartos, eram quatro no total sendo que o maior era o do casal.
Finalmente ele chegou ao quarto de cor lilás, havia uma cômoda com um notebook o guarda roupa era branco e preto da mesma cor da cama tinha uma prateleira com livros e outra com bichos de pelúcias. Era bem simples para o tamanho da casa e do quarto, um gato dormia em cima da cama. Matheus caminhou até a sacada e pela primeira vez percebeu que ainda podia sentir a brisa suave da manhã.
- Ah não! De novo Hanna, por que sempre dorme em cima do meu uniforme enche de pelo sabia! – ele ouviu o grito da garota e jugou ser a dona do quarto.
Voltou para ver quem era e se deparou com uma garota, havia acabado de sair do banho com uma toalha branca amarrada em volta de seu corpo, os cabelos vermelhos e longos estavam molhados, expulsava o gato da cama puxando seu uniforme aonde ele dormia minutos atrás.
O animal miou mostrando irritação e foi até o pé de Matheus sentou e começou a se lamber.
- Foi expulso amiguinho. – ele deu uma pequena risada foi quando a garota olhou para onde ele estava, parecendo enxergá-lo.
-Ah! O que está fazendo aqui? Quem é você? Porque entrou em meu quarto! – a garota gritava e fazia perguntas desesperada, tentando cobri o corpo que já estava coberto.
- Ela está falando comigo? – perguntou ele para o gato o animal olhou para cima e voltou a se lamber.
- Quem é você? Não faça eu gritar mais alto!
- Você pode me ver? - indagou ele surpreso.
- E porque não poderia, tenho dois olhos não tenho! – resmungou ela abrindo a porta.
- Claro que tem... É que as pessoas...
-Sai do meu quarto! Eu sei que você deve ser outro amigo de meu irmão, mas o quarto dele não é aqui!
- Nem sei quem é seu irmão...
- Sai daqui!
- Mas você pode me ver!
- Sai agora! – ela pegou um pote de creme que estava próximo e atacou o objeto que atravessou o  braço de Matheus – Jurava que iria acertar... Mas isso não importa, sai agora!
  Matheus saiu do quarto obedecendo à garota e quase não podia acreditar que achou alguém que podia enxergá-lo agora sabia por que sua mente mandava continuar porque havia uma esperança por que precisava achar aquela garota. Ficaria esperando-a do lado de fora da casa, queria explicar sua situação e pedir ajuda precisava daquela garota.

[É esse foi a primeiro capitulo que eu fiz para uma história, só que não continuei]